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| Date | Media Coverage Headlines |
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| 22 July 2010 | Jornal de Leiria | Critical Software nos European Business Awards
Critical Software nos European Business Awards A Critical Software, de Coimbra, é uma das dez representantes de Portugal nos European Business Awards (EBA) e irá competir pelo Ruban d’Honneur na próxima fase da competição, informa em comunicado. “Estamos extremamente animados por termos sido seleccionados para representar Portugal. Trabalhamos há mais de 12 anos no desenvolvimento de sistemas informáticos críticos orientados à missão e ao negócio, sendo uma honra sermos reconhecidos como uma das organizações de topo no nosso País e no nosso sector”, aponta Gonçalo Quadros, presidente da comissão executiva da Critical Software. O empresário diz ainda que os EBA “são largamente reconhecidos como o escaparate das mais dinâmicas empresas na Europa”. Os vencedores da categoria final serão revelados em Paris no dia 16 de Novembro. a73 |
| 18 July 2010 | Diário de Coimbra | Governo britânico encoraja Critical Software a... |
| 16 July 2010 | Correio da Manhã - Primeiro Emprego | Critical Software seleccionada |
| 16 July 2010 | Diário Económico | Governo britânico quer Critical Software a continuar...
A portuguesa Critical Software foi encorajada pelo recém eleito primeiro ministro britânico, David Cameron, a continuar a investir no Reino Unido, afirmou hoje o presidente da filial britânica da empresa, Brian Luff. David Cameron discursou na quarta-feira para representantes das 100 principais empresas estrangeiras a investir no país, entre as quais se encontravam companhias como a Fujitsu, Motorola, Toyota,Siemens,HutchisonWhampoa, grupo Tata, Emirates ou Pfizer. A Critical Software, que tem no Reino Unido uma subsidiária, a Critical Software Technologies Ltd., foi a única companhia portuguesa presente. “Foi muito encorajador”, afirmou Brian Luff à agência Lusa, que saudou a importância que o governo formado há cerca de dois mesesestáadaraocomércioeaoinvestimento estrangeiro. Durante o evento, David Cameron, cuja presença não estava prevista, garantiu queogovernoestáatentarcontrolar o défice orçamental e estabilizar a economia de forma a manter taxas de juro baixas. Prometeu também que, apesar dos cortes feitos, o governo esta empenhado em reduzir os impostos sobre as empresas para o mais baixo nível na Europa. “Deu uma mensagem clara às empresas estrangeiras de que vão fazer tudo para [o Reino Unido] ser um mercado fácil para investir”, comentou Luff. O presidente da filial britânica da Critical Software atribui às boas relações com as autoridades e a agência de promoção ao investimento britânica o convite para estar naconferência.¦ GovernobritânicoquerCriticalSoftware acontinuarainvestirnopaís DavidCameron discursoupara representantes das100principais empresasestrangeiras ainvestirnopaís |
| 15 July 2010 | Expresso Online | Tecnologia: Governo britânico encoraja Critical... |
| 15 July 2010 | RTP Online | Governo britânico encoraja Critical Software a... |
| 15 July 2010 | Visão Online | Tecnologia: Governo britânico encoraja Critical... |
| 30 June 2010 | Jornal de Negócios | Carros eléctricos poderão poupar ao País 280 milhões...
O primeiro-ministro, José Sócrates, renovou ontem os votos do casamento do Governo com a mobilidade eléctrica, indicando tratar-se de "uma peça central" da estratégia energética para o País. Mas foi o ministro da Economia, Vieira da Silva, quem assumiu a "conveniência" desta opção. "O nosso objectivo para 2020 é ter uma taxa de penetração destes veículos da ordem dos 10%. Isso permitirá, a preços actuais, uma poupança [nas importações de petróleo] da ordem dos 280 milhões de euros por ano", disse Vieira da Silva aos jornalistas. É uma previsão a dez anos, que dependerá não só da efectiva aceitação dos veículos eléctricos mas também da evolução do preço do petróleo. Por outro lado, também os custos da electricidade irão variar em função de diversos factores, como os preços do petróleo, gás e carvão, a disponibilidade dos recursos hídricos e eólicos e os subsídios dados às renováveis. Os 280 milhões de euros de poupança petrolífera estimados por Vieira da Silva representam 5,7% das importações de petróleo e refinados de 2009 (4,84 mil milhões de euros, pelos dados da Direcção-geral de Energia e Geologia) ou 4,3% da média de importações dos últimos três anos (6,44 mil milhões). "Precisamos de envolver indústria e cidadãos" Independentemente da evolução do preço do petróleo e do seu custo na factura energética nacional, certo é o compromisso do actual Governo em apoiar a mobilidade eléctrica. Para os cinco mil primeiros compradores destes automóveis haverá apoios de 25 milhões de euros (cinco mil euros por carro ou 6.500 euros mediante a entrega de um veículo para abate). Mas o Executivo quer também a adesão de outros sectores. "Precisamos de envolver a nossa indústria, agentes económicos e cidadãos", afirmou o primeiro-ministro, pouco antes de fazer a ligação inaugural do primeiro ponto de carregamento Mobi.E, em Lisboa. José Sócrates sublinhou que "o veículo eléctrico vai permitir que a aposta nas renováveis tenha ainda mais sucesso, porque vai permitir que a energia renovável produzida à noite, que não pode ser armazenada, seja utilizada". Com efeito, a electricidade que os parques eólicos, por exemplo, geram durante a noite (quando o vento sopra mais) tem pouca procura na base de consumidores finais. Alguma dessa energia eólica nocturna é aproveitada para os sistemas de bombagem que repõem água nas barragens. Mas como a energia renovável beneficia de venda garantida à rede eléctrica, a tarifas subsidiadas, a produção eólica à noite, quando a procura é baixa e o preço de mercado cai, pode agravar o défice tarifário do sector eléctrico. A meta: 1.350 pontos em 2011 O objectivo de ter 100 postos de carregamento instalados em 2009, revelado há um ano, ficou por cumprir. Mas o ministro da Economia acredita no cumprimento do objectivo de 320 pontos para 2010. "A instalação dos equipamentos não é a fase mais complexa", realçou Vieira da Silva, após a ligação da primeira unidade de abastecimento. Nos planos da rede Mobi.E está a meta geral de ter 1.350 pontos instalados até final do próximo ano. Nesses estarão incluídos 50 de carregamento rápido. O nosso objectivo para 2010 é ter uma taxa de penetração destes veículos da ordem dos 10%. VIEIRA DA SILVA Ministro da Economia Governo renovou compromisso com os veículos eléctricos, que poderão cortar em 5% as importações petrolíferas MIGUEL PRADO miguelprado@negocios.pt Prós Os cálculos da Mobi.E apontam para um custo de 1,5 a 4,5 euros por cada 100 quilómetros nos carros eléctricos, face aos 7 a 11 euros nos convencionais. Os veículos eléctricos poluem menos o ambiente. Estes automóveis, quando massificados, permitirão aproveitar electricidade que é produzida durante a noite (a eólica, por exemplo). Contas da Mobi.E dizem que a partir dos 30 mil km o sobrecusto inicial dos eléctricos fica compensado. Contras Como estão muito no início, os carros eléctricos serão vendidos a preços pouco atractivos, próximos dos 30 mil euros, o que afastará quem tenha menor poder de compra. A autonomia das baterias ainda não está plenamente desenvolvida, criando o receio de o automóvel ficar parado a meio do percurso. O facto de os carros eléctricos serem silenciosos e não tão perceptíveis no trânsito poderá provocar mais acidentes. |
